O trabalho de cada empregado impacta o resultado da empresa

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Quando era criança, tinha problemas em aceitar ordens (“faça isso!”, “não faça aquilo” etc.) sem uma explicação sobre porque fazer ou não fazer algo.

Ao ingressar no mercado de trabalho, esta característica permaneceu e poderia ter se tornado uma inadequação, caso eu não tivesse tido a sorte de encontrar gestores que, não somente gostavam, como incentivavam esta atitude. Sempre precisei entender o porquê de estar fazendo algo e quais os resultados daquele trabalho, isto é, de que maneira aquela entrega (ou a ausência dela) afetaria o todo, os objetivos da empresa.

No mundo corporativo, não há mais espaço para aquele empregado que necessita de uma definição de função, onde suas atividades estejam claramente especificadas e que ele as realize, sem perceber nem se importar com o todo. Aquele que acredita no “fiz a minha parte, aquilo para o qual sou pago”.

Num momento em que as estruturas organizacionais estão cada vez mais enxutas, necessitamos dos especialistas generalistas, dos que sejam capazes de, ao desenvolverem seu trabalho, enxergarem inovação e proporem mudanças.

Entretanto, não podemos esquecer que, para que isso aconteça, o modelo de gestão da empresa não pode ainda estar baseado no entendimento de que o todo seja a simples soma das partes, como pregava a teoria da Administração Científica. Ou seja, que o resultado do negócio será obtido, desde que cada empregado cumpra seu papel, como máquinas programadas para uma determinada função.

Mudança é a única constante. Somente a inovação permite que as oportunidades sejam rapidamente aproveitadas. A cultura da empresa deve garantir o respaldo dos gestores aos empregados para a implementação das mudanças que se fizerem necessárias.





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